Após o café da manhã fomos para a praia, praticamente deserta, dar um passeio e fazer algumas fotos e na sequência fomos fazer um passeio no catamaram de fundo de cristal. Um catamaram que tinha o fundo de vidro, com vista para as águas azuis daquele mar maravilhosos.
Seguimos mar adentro e eramos presenteadas com muitos tons de azul. Paramos algumas vezes para pegar outros turistas, quando finalmente paramos para a prática de snorkeling. Este seria o batismo da Ana, que nunca havia experimentado este tipo de diversão. Logicamente, ela ficou muito encantada com a quantidade de corais e cardumes.
Na volta, sempre muito eufórica, me dizia que dali pra frente esta atividade faria parte de seus roteiros. Claro que este é o primeiro passo para ir para um mergulho.
No final da tarde, ficamos no bar principal do hotel ouvindo piano, quando um gentil cavalheiro, que no dia anterior havia se apresentado à Ana juntou-se a nós para um papo e uns drinks. Era um indiano que morava no Canadá e gostava de vinho, quando, inevitavelmente, começamos falar das uvas preferidas, dos vinhos maravilhosos mundo a fora e ele nos ofereceu um vinho que havia aberto no dia anterior. Foi até o quarto buscou sua meia garrafa, três taças e ficamos assim curtindo a tarde ao sabor de um vinho muito especial.
Cheguei ao quarto, tomei banho e enquanto me vestia me dei conta de que meus brincos de brilhante e meus anéis não estavam lá! Pânico! Lembrei que ao usar o banheiro do catamaram eu os deixei em uma sacola que esqueci pendurada.
Corri até a recepção e avisei, porém já era noite e a empresa que fazia as saídas de barco não estava mais aberta.
Eles me pediram que fosse até lá na manhã seguinte, porém tínhamos um voo agendado para as 7 horas da manhã do dia seguinte, para ir à Havana.
Pedi, então que eles verificassem para mim e me enviassem os brincos e anéis para o hotel em Havana.
Sim, eles estavam dispostos a me ajudar, se encontrassem minhas coisas.
Nada a fazer senão ir para nosso último jantar em Cayo Coco. Nosso amigo indiano logo providenciou outra grafa de vinho e seguimos bebendo, comendo conversando e depois seguimos para o anfiteatro do hotel para apreciar o que seria o nosso último espetáculo.
Chegamos a Havana e liguei em Cayo Coco, para minha surpresa eles me disseram que encontraram minhas coisas e que a pessoa responsável pela embarcação levaria para eles e eles me mandaria no dia seguinte, através de algum hóspede.
Fiquei alivada. Mas será que realmente iriam me enviar?
Segue no próximo post...
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