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domingo, 22 de janeiro de 2012

Cuba – Snorkeling e bons vinhos


Nosso quarto dia em Cayo Coco nos reservava uma manhã bem preguiçosa à beira do mar do Caribe.
Após o café da manhã fomos para a praia, praticamente deserta, dar um passeio e fazer algumas fotos e na sequência fomos fazer um passeio no catamaram de fundo de cristal. Um catamaram que tinha o fundo de vidro, com vista para as águas azuis daquele mar maravilhosos.
Seguimos mar adentro e eramos presenteadas com muitos tons de azul. Paramos algumas vezes para pegar outros turistas, quando finalmente paramos para a prática de snorkeling. Este seria o batismo da Ana, que nunca havia experimentado este tipo de diversão. Logicamente, ela ficou muito encantada com a quantidade de corais e cardumes.
Na volta, sempre muito eufórica, me dizia que dali pra frente esta atividade faria parte de seus roteiros. Claro que este é o primeiro passo para ir para um mergulho. 
Depois do nosso passeio delicioso seguimos para o hotel para um almoço muito tranquilo, uma visita às lojinhas do hotel, uma tarde à beira da piscina.
No final da tarde, ficamos no bar principal do hotel ouvindo piano, quando um gentil cavalheiro, que no dia anterior havia se apresentado à Ana juntou-se a nós para um papo e uns drinks. Era um indiano que morava no Canadá e gostava de vinho, quando, inevitavelmente, começamos falar das uvas preferidas, dos vinhos maravilhosos mundo a fora e ele nos ofereceu um vinho que havia aberto no dia anterior. Foi até o quarto buscou sua meia garrafa, três taças e ficamos assim curtindo a tarde ao sabor de um vinho muito especial.
Bem, resolvi que seria hora de me aprontar para o jantar, enquanto a Ana, que já estava pronta, continuaria o papo com nosso mais novo amigo.
Cheguei ao quarto, tomei banho e enquanto me vestia me dei conta de que meus brincos de brilhante e meus anéis não estavam lá! Pânico! Lembrei que ao usar o banheiro do catamaram eu os deixei em uma sacola que esqueci pendurada.
Corri até a recepção e avisei, porém já era noite e a empresa que fazia as saídas de barco não estava mais aberta.
Eles me pediram que fosse até lá na manhã seguinte, porém tínhamos um voo agendado para as 7 horas da manhã do dia seguinte, para ir à Havana.
Pedi, então que eles verificassem para mim e me enviassem os brincos e anéis para o hotel em Havana.
Sim, eles estavam dispostos a me ajudar, se encontrassem minhas coisas.
Nada a fazer senão ir para nosso último jantar em Cayo Coco. Nosso amigo indiano logo providenciou outra grafa de vinho e seguimos bebendo, comendo conversando e depois seguimos para o anfiteatro do hotel para apreciar o que seria o nosso último espetáculo.
Chegamos a Havana e liguei em Cayo Coco, para minha surpresa eles me disseram que encontraram minhas coisas e que a pessoa responsável pela embarcação levaria para eles e eles me mandaria no dia seguinte, através de algum hóspede.
Fiquei alivada. Mas será que realmente iriam me enviar?

Segue no próximo post...

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quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Cuba – Mergulhos do “carajo”


Após o café da manhã dirigi-me à tenda de mergulho com a proposta de fazer as duas primeiras saídas do dia.
Enquanto eu pegava informações, preenchia o meu termo de responsabilidade e decidia se faria 2 ou mais mergulhos percebi um movimento nervoso na sala, quando vi que era o Dive Master desesperado porque tinha acabado de receber a notícia de que o barco que seria utilizado para levar os mergulhadores aos pontos de mergulho não estaria disponível porque estava sem gasolina.
O cubano começou a berrar ao telefone e nervoso, num espanhol muito rápido só entendi que ele dizia pra mandarem qualquer outro barco e que se fosse preciso ele mesmo conduziria a embarcação.
Pensei:”meu Deus! Nervoso desse jeito vai conduzir um barco de mergulho! Vamos sair na Austrália!”
Quando, entre tantas palavras nervosas, escutei: “carajo!”.
Ao desligar o telefone começou a repetir o que tinha ouvido para a secretária e virou para mim dizendo que tudo seria resolvido, e que Cuba era um problema. Cada hora faltava uma coisa.
Pensei: “Só espero que não falte ar no cilindro!”.
Passado todo o stress e com o barco já a caminho fomos para o briefing e o meu dupla Terry, que disse de onde era e eu não entendi, era um senhor extremamente gentil e cavalheiro. Seríamos nós 2 juntos, pois o Dive Master conduziria um mergulhador recém formado.
Seguimos rumo ao primeiro ponto de mergulho, denominado “El Peñon I”. Vimos muitos corais, alguns peixes, lagosta, lingua de flamingo e um belo naufrágio.
Eu e Terry sempre trocando olhares admirados por tanta beleza no fundo do mar.
O grande mistério de um mergulho é que ele é sempre único! Não importa se você tenha 5, 10 ou 200 mergulhos, o próximo sempre reserva surpresas encantadoras.
Munida de máquina fotográfica segui registrando tudo o que mais me agradava aos olhos.
Ao final do mergulho eu me sentia leve, renovada e abençoada.
De volta à embarcação seguimos para a tenda de mergulho para fazer a troca de cilindros, fazer a parada descompressiva e em seguida partir para o ponto denominado “La Finca”.
Novamente muitos corais, alguns cardumes de pequenos peixinhos amarelos e azuis, Peixes-Anjo muito grandes, lagostas, polvo e ermitões.
Eu e Terry seguíamos juntos, quando fomos sinalizados de que o Dive Master subiria com o mergulhador e recebemos das mãos dele o “lift bag” para continuarmos sozinhos por mais 10 minutos e aproveitar ao máximo nosso mergulhos.
A água estava com 15 metros de visibilidade e uma temperatura de 24 graus e cada mergulho durou em média 50 minutos.
Posso dizer que o mergulho em Cayo Coco foi de águas claras e calmas, muitas vidas surpreendentes, resultando em uma atividade relaxante e prazerosa. Como devem ser os mergulhos.
Voltei munida de muitas fotos e apresentei para a Ana, que aguardava na piscina do hotel e ficou muito surpresa com tudo o que pude presenciar no fundo do mar.
Logo após o almoço fomos conhecer uma fazenda em Cayo Guillermo, onde apreciamos uma apresentação de dança cubana, passeamos de trem e encontramos um pequeno grupo de brasileiros que estavam hospedados no outro hotel e nos acompanharam nos passeios.  Ao chegar ao nosso hotel fomos nos preparar para o nosso jantar no restaurante Caribenho, a beira da praia, para depois prestigiar a apresentação no anfiteatro do hotel, que homenageava o cinema.
Segue no próximo post...

veja mais Fotos   

   
Festa cubana e Homenagm ao cinema

Mergulhos


domingo, 15 de janeiro de 2012

Cuba - Jantar Italiano e Ballet



Chegamos a Cayo Coco e o clima tenso do começo da manhã foi substituído por uma receptividade incrível.
Ao chegar ao hotel Meliá Cayo Coco fomos gentilmente recepcionadas com um incrível café da manhã à beira da piscina, hospedadas, levadas ao nosso quarto em carro elétrico, orientadas a respeito das muitas atividades que estariam à nossa disposição.
Tomamos banho, descansamos e fomos conhecer o hotel.
Máquinas fotográficas em punho à medida que passeávamos pelo enorme hotel, íamos fazendo e refazendo muitas e muitas fotografias.
Nos dirigimos à piscina para aproveitar o sol intenso daquela manhã que prometia um dia maravilhoso.
Logo fui me informar a respeito dos mergulhos que eu poderia fazer naquele paraíso e a tenda de mergulho era dentro do hotel! Mais fácil impossível!
Agendei meus mergulhos para a manhã seguinte e aguardei ansiosa por fazer fotos subaquáticas.
Um rápido passeio pela praia quase particular do hotel nos impressionou com os vários tons de azul do mar do caribe cubano.
Para o nosso primeiro jantar em Cayo Coco fizemos nossa reserva no restaurante “a la carte” Italiano.
Que comida sensacional! Que vinho maravilhoso!
Logo após o jantar fomos apreciar uma apresentação de Ballet no anfiteatro do hotel.
Fechamos o dia muito impressionadas com os bons serviços prestados e com o maravilhoso azul do mar caribenho.


Segue no próximo post...


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quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Cuba – Aeroporto errado e a vista aérea do Caribe



Chegamos ao hotel Meliá Havana, fizemos nosso checking e fomos recepcionadas por 2 carregadores excessivamente gentis, que levaram nossas malas e quando pedimos indicações de locais para visitar queriam desfiar todos os lugares possíveis, achando que decoraríamos aqueles nomes nada peculiares. Claro que percebemos que eles faziam certa hora pra sair pois queriam gorjeta. Dada a devida “caixinha” pudemos enfim usar as dependências da nossa suite tranquilamente.
Em minhas pesquisas eu relacionei dicas de lugares para visitar em Havana; porém, neste primeiro momento passaríamos apenas uma noite e seguiríamos para Cayo Coco, na manhã seguinte.
Aproveitamos o restante da tarde para conhecer as dependências do hotel, nos informarmos a respeito dos passeios que faríamos ao retornar de Cayo Coco, 4 dias depois e fomos nos preparar para a ceia de Natal, que seria no hotel.
Apreciamos um jantar com música típica cubana e em seguida fomos dormir, pois levantaríamos às 3 da madrugada para tomar o vôo das 7:30 da manhã.
O nosso transfer atrasou em trono de 20 minutos, nosso checkout, no hotel, já estava feito e seguimos de taxi até o aeroporto.
Como pegaríamos um vôo interno deveríamos seguir para o terminal 1, mais adiante do aeroporto internacional.
O taxista mal humorado e com muita má vontade chegou ao aeroporto e simplesmente saiu do carro, retirou nossas bagagens, bateus as portas e saiu andando em direção ao café, nos deixando para trás.
Seguimos para o checking, quando descobri que ele havia nos deixado no aeroporto errado! Pânico! Corremos para ver se ele ainda estava lá e nada.
Pegamos outro taxi e nos dirigimos ao terminal 1, de onde saem os vôos nacionais.
Ufa! Deu tempo!
Um aeroporto muito velho, muito feio e cheirando a suor. No entanto cheio de turistas europeus aguardando vôo para vários locais turísticos, entre eles Huguim e Cayo Coco.
Embriagadas de sono embarcamos em um pequeno avião de hélices que cruzaria uma parte do mar do Caribe.
Propus-me a aguentar acordada para ter a chance de apreciar o sobrevôo e tentar fazer algumas fotos aéreas daquele azul maravilhoso das águas caribenhas.
Fui gratamente recompensada!

Segue no próximo post...